Uma onda de protestos de estudantes e professores invadiu a Itália esses dias. O motivo: a reforma universitária.
Confrontado pela crise econômica, o governo italiano adotou várias leis em dois anos de mandato que terão como efeito o corte de nove bilhões de euros e de 130.000 postos de trabalho na educação nacional, entre 2009 e 2013.
A reforma universitária prevê a fusão dos centros menores, o acesso aos conselhos de administração de especialistas de fora do mundo acadêmico e a redução do mandato dos reitores.
Os críticos afirmam que o objetivo principal é a economia, como por exemplo, a não renovação dos contratos fixos de milhares de pesquisadores.
O governo de Berlusconi gasta cerca de 700 milhões de euro com pesquisadores, e cerca de 35% destes estão no exterior. Com a reforma, os postos de pesquisadores serão “enxugados”, bem como bolsas de estudos.
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A reforma não é de toda ruim, um ponto onde diz que os professores devem trabalhar, no mínimo, 1.500 horas por ano, dos quais pelo menos 350 serão dedicadas ao ensino e apoiar os alunos, acho que falando de universidade italiana, é bom! Pois só ouvimos reclamações por falta de professores, professores que não estão nem aí para os alunos, falta em aulas, etc…
A reforma vai virar lei dia 9 deste mês! Até lá os protestos continuarão.
Que toda mudança seja para melhor sempre.
Baci!