Inglês, a língua “globalizada”, infelizmente! Infelizmente porque é totalmente diferente da nossa língua latina; infelizmente porque nós brasileiros; principalmente os que estudaram em escola pública, tivemos um inglês de verbo “to be” por anos e não aprendemos nada; infelizmente porque os cursos em que se realmente se aprende são caros e mais infelizmente ainda porque quando mais precisamos é que nos damos conta de todos os “infelizmentes”!
Pois é, e vir pra Itália e seguir meus projetos, não basta só falar italiano, me falta o maledetto inglês. E aqui é quase como no Brasil, não vá pensando ao contrário, que por ser um país de “primeiro mundo”, pertencente à União Européia, que todo santo italiano fala inglês. Fala nada! Alguns que fizeram faculdades em determinadas áreas aprenderam, falam, já que o mercado de trabalho exige, mas fora esses (que são minoria, e tanto) falam italiano e olhe lá! Hahaha!
E como eu já posso trabalhar como química então, para arrumar um emprego de um nível melhor, tem que ter inglês claro. Para fazer uma pós graduação de alto nível, tem que ter inglês, e por aí vai.
Então, lá fui eu procurar um curso. Coisa que não é tão simples, já que, como no Brasil, cursos bons são caros. A coisa boa é que existem cursos acessíveis (e muito) que quebram o galho, até conseguir fazer um curso fora (Inglaterra ou Irlanda) pra realmente aprender alguma coisa. E o que comecei a fazer semana passada é o curso de inglês
estatale, do mesmo grupo onde fiz a
Licenza Media (para aprender melhor o italiano, como escrevi ‘
nesse post‘).
Como conhecia a professora, ela me sugeriu de fazer o teste pra saber se meu conhecimento de inglês era suficiente para começar do nivel médio (já que já estudei inglês no Brasil, por 1 ano fora aqueles anos de escola pública). O problema é que com italiano na cabeça, madrelingua português, sem nunca ter usado inglês, resultado: livello basico. Pois é! Fazer o quê? Inicio do verbo To be!
Lá o curso custa 70 euros, 3 horas semanais, num total de 30 horas. O livro, 20 euros.
Tá bom pra começar né?
O engraçado é que a professora não é inglesa, muito menos americana. E os italianos têm um jeito bastante particular de falar inglês, por conta da forte e marcada pronúncia da língua italiana. Tem até um vídeo no Youtube, que tira sarro dos italianos falando inglês, mas não sei de que parte da Itália é esse italiano, ou se é alguém imitando italiano também não sei, mas não é tão assim, talvez pior, hahaha!
Uma pronúncia que fica assim: good morning(ã), good afternoon(ã), town(ã)… isso porque em italiano a última letra nunca é muda, sempre vai pronunciada… aí fica aquela beleza…rs. Já que o meu português não tem isso, o meu inglês fica melhor que o deles. Hahahaha!
De início tá bom. Quando eu puder faço um curso com nativo inglês, um curso melhor, ou melhor ainda, passo um mesinho lá na inglaterra estudando! Ahhh, se Deus quiser!
Baci a tutti!