– Restos dos muros republicanos nos porões de alguns edifícios na Via San Vito, onde também se destaca pela técnica de construção, do lado norte da Carrobbio, parcialmente incorporadas nos edifícios há uma parte da torre de Porta Ticinese que remonta às primeiras muralhas do primeiro século.
– Restos dos muros Maximianas entre alguns edifícios na Via Montenapoleone, no pátio do Museu Arqueológico em Corso Magenta está uma torre poligonal (24 lados) parte do trecho oeste das paredes, e no porão do Grand Hotel di Milano foi encontrado e já restaurado uma parte da fundação da muralha.
Além disso, há algumas evidências das muralhas medievais, sobretudo a Pusterla de Santo Ambrósio (uma das portas menores) do século XIII. O portão, construído em tijolo em uma base em um tipo de rocha, tem dois arcos e ao lado da entrada há duas torres, uma das quais abriga um museu.
As outras portas ainda completamente ou parcialmentee de pé são a antiga Porta Nuova, datada do século XII, no início da Via Manzoni, Porta Ticinese, os restos de Porta Romana localizada no subsolo dos dois edifícios no cruzamento da Corso di Porta Romana e via Sforza.
Dos muros ainda permanecem cerca de 20 metros na Via San Damiano.
Assim também para a muralha espanhola, se vê alguns vestígios na praça Medaglie d’Oro ao longo do Viale Vittorio Veneto, e ao longo do anel pequeno (piccola circonvallazione) , que na verdade é também chamado de “muralhas da cidade espanhola.”
Durante as obras para a estação Missori do metrô foram encontradas calçadas e outros vestígios da era Romana, tudo agora é exposto nos próprios corredores da estação de metrô.

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